sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Resistência - Tivoli

Na quarta foi dia de Resistência no Teatro Tivoli.

No intuito de mostrarem o novo álbum que saiu em Novembro - Horizonte, encheram o teatro e aqueceram a noite.
Embora tenha sido um concerto bastante cuidado no trabalho com guitarras, com uma produção musical extraordinária, já vi concertos melhores deles..
Houve 1 música nova que não estava assim tão bem na versão Resistência e outras surpreendentemente boas.
Houve 2 encores, o público não se cansava de pedir mais. Mas no 2º encore houve algo completamente desnecessário: a repetição de uma música já tocada no concerto.
Costumo aceitar estas situações quando o grupo tem apenas 1 álbum e nos encores depois tem de repetir alguma coisa. Numa banda com dezenas de anos e músicas não digiro muito bem este tipo de situação.. Principalmente porque aquela que foi repetida foi, na minha opinião, a versão que resultou menos bem.

Apesar de tudo, estes 11 senhores (grandes e importantes nomes da música portuguesa) mostraram-se com uma grande garra e com uma enorme vontade de fazer o que melhor sabem - tocar.
É sempre bom ver Resistência e recordar músicas emblemáticas e, por vezes, esquecidas do reportório musical português.





terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Noiserv - São Luiz

Hoje foi dia de Noiserv.
Tirando festivais, acho que foi a primeira vez que vi um concerto à tarde.
Mas como o David (Noiserv) disse no início e no fim do concerto: "Concertos à tarde é fixe".

Começo por contar a minha relação com Noiserv. Já ouvia este nome há algum tempo.. sem ligar. Um dia, vi uma reportagem onde ele falava de como fazia a sua música e mostrava os seus instrumentos.. Fiquei intrigada e comecei a ouvir. Hoje, finalmente tive a oportunidade de o ver e sentir a sua música. Posso dizer que, embora a reportagem tivesse sido clara, não contava com tão grandioso espectáculo.

Este rapaz, de nome David, é um Génio. Posso afirmá-lo as vezes que forem precisas.
Tudo parecia um conto de encantar.. O cenário, a música, as letras, a voz..
É incrível o trabalho que ele faz sozinho com uma série de instrumentos e objectos que produzem som. A maneira poética como conjuga tudo faz de um concerto cheio de simplicidade, um concerto grandioso e da maior complexidade possível.
Este rapaz é muito inteligente. Inteligente no puro sentido da palavra, Inteligente emocionalmente e Inteligente musicalmente.
Acrescento também que a voz dele tem um poder inexplicável.
No intervalo das músicas partilhou connosco histórias e lições de vida.
Cada música tem uma explicação e um sentimento e, ao tocá-las, encaixavam na perfeição com o sentido emocional pretendido.

As palavras Bonito, Simples e Magestoso descrevem da melhor maneira este concerto.

Noiserv apresentou-se ao mundo em 2005, lançou 2 EP's, 2 álbuns e 2 singles. O último álbum saiu no ano passado e intitula-se de Almost Visible Orchestra, posso garantir que está bastante delicioso.

Aconselho todos a irem ver este espectáculo. É um ciclo de concertos que começou hoje e dura até domingo, todos os dias.. Já não há muitos bilhetes, podem encontrá-los aqui (há imensos descontos):


https://saoluiz.bilheteiraonline.pt/Comprar/Bilhetes/22056-noiserv-sao_luiz_teatro_municipal/Sessoes

Eu própria estou tentada a ir outra vez.




Obrigada Noiserv!



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Ruen Brothers

Começo a semana com blues rock e trago uns irmãos de Inglaterra (North Lincolnshire’s).
Estes meninos são novos de idade e novos nas andanças da música, tendo aparecido em 2012.

São notórias as influências de Johnny Cash e Black Keys. 

Têm apenas um álbum que vale muito a pena ouvir. A voz tem o tom perfeito para o rock'n'roll e a construção musical, a adaptabilidade sábia que a limitação duma dupla consegue.







quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

The Organ

Normalmente tenho o Canada em boa conta em relação a qualidade sonora e aqui está mais uma prova disso.
The Organ formou-se em 2001 e é uma banda composta por 5 meninas. Têm apenas um álbum, lançado em 2004 e 7 EP's, sendo que o último foi lançado em 2008. Já estão paradas há algum tempo :(.
Tocam um rock alternativo com ritmo e melancolia à mistura. O baixo é muito importante e a voz que mistura o grave com o sensível é o que dá relevo imediato na primeira audição. Faz-me lembrar a voz da Dolores O'Riorden, mas só as vezes.



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Slaves

Os Slaves são uns meninos novos no mercado.
A banda formou-se na Califórnia e é constituída por 4 elementos + 2 que os acompanham em estrada.
Tocam um rock experimental, meio garagem meio punk. Têm um som bastante apelativo, cheio de garra e poder. Têm uns efeitos de arrastamento engraçados e uma voz que se enquadra na perfeição.
Têm um álbum lançado neste ano - Through Art We Are All Equals.

Aqui estão:




Effusus

Para contentamento de muitos, a Covilhã finalmente tem um bar de rock.
Chama-se Effusus e fica na rua da Saudade, onde era o antigo Biri Night. Com uma decoração agradável, concertos ao sábado e quarta e DJ's nos outros dias, este bar proporciona a todos os amantes do estilo uma noite de bom ambiente, com música de fundo agradável ao ouvido e preços acessíveis.
Aconselho todos a visitarem o espaço. Espero também que se aguente.

http://www.effusus.pt/

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Moullinex

Conheci os Moullinex no ano passado, ao fecharem o Mexefest.
Foi amor à primeira onda sonora. A partir dai comecei a segui-los. Vi um concerto extraordinário no CCB, que vou incluir no top dos melhores do ano e ontem fui deliciar-me ao Music Box, que os convidou para a comemoração do seu 8º aniversário.

Assisti novamente a um concerto simplesmente magnífico e delicioso. Embora tenham tocado cerca de 1h, começaram com a minha música preferida - Tear Club, acabaram com a mais conhecida - Take my Pain Away,  voltaram para um encore de 1 música Lado B e deram-nos a conhecer uma música nova que nunca tinham tocado ao vivo (o resultado foi muito bom, tanto para nós como para eles).

Os Moullinex formaram-se em 2007 e são o Luís Clara Gomes, o Miguel Vilhena (também toca nos Savanna) e o Bruno Cardoso (Xinobi). Têm 1 álbum de originais, 3 EP's e 5 Singles, sendo o último editado este ano - Love Magnetic.
Contam com parcerias com Peaches, Best Youth, Dominika Babis, entre outros.
Estes senhores são donos de um grande reconhecimento internacional, tendo já percorrido mundo e meio a dar concertos e espero que, também em Portugal, lhes seja dado o devido valor e a importância que merecem.

Uma das coisas que mais me agrada, para além da música que fazem, é o facto de estarem constantemente em rotação no palco, vão trocando de instrumentos uns com os outros e todos tocam um bocadinho de tudo e sabem fazer tudo surpreendentemente bem.
Isto é raro encontrar numa banda e para mim é sinónimo de grande qualidade musical tanto individualmente como enquanto banda.
Só me lembro de outra banda que o faz - Arcade Fire (e também não é preciso falar da qualidade deles).

Quem nunca os viu, aconselho vivamente a fazê-lo e mais que uma vez.

A Tear Club:

A nova:



E a Take My Pain Away:




quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

20 000 Days on Earth

Ontem desloquei-me ao Cinema Nimas, para ver o filme do Nick Cave - 20 000 Days on Earth.
Foram 95 minutos muito  bem passados. O filme retrata alguns aspectos da vida dele, tanto pessoal como musical.
Está cheio de emoções, fantasias, medos, histórias e memórias.
Vale muito a pena ver, principalmente ver um filme de um artista interpretado pelo próprio artista. Coisa que é rara, normalmente só aparecem filmes e documentários após a pessoa deixar de existir.
Não sei até quando lá vai estar, mas quem puder e goste veja.

http://medeiafilmes.com/filmes/ver/filme/20-000-dias-na-terra/modo/proximasestreias/


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Vodafone Mexefest

E chegaram ao fim os festivais de 2014 :(

Dia 28, comecei a noite com os Old Yellow Jack e foi uma agradável surpresa.
Um grupo de 4 miúdos com notório gosto por rock. Embora a qualidade do som estivesse fraca, com a voz a ouvir-se muito ao de leve e ao de longe conseguiram dar um concerto cheio de garra e energia. Formaram-se em 2011 e lançam o 1º EP no início de 2015.

De seguida fui visitar as madrilenas Deers. Confesso que estava com  expectativas altas em relação a elas. Esperava mais força, mais punk rock e menos histerismo e euforia. Tiveram um início de concerto bastante fraco, as vozes mal se ouviam, o som não tinha poder.. Foram subindo a força ao longo do tempo e tornou-se um concerto agradável, mas longe de ser espectacular.

Os Tune-Yards eram a seguir no horário. Foi um concerto que desde cedo pensei em ver mas sem grande fé de que fosse gostar. Trocaram-me as voltas todas! A percussão faz toda a diferença. Os ritmos dançáveis, meio africanos juntamente com os graves saídos daquelas bocas mágicas fizeram com que não me arrependesse de la ter ido e deixaram o Coliseu a abanar o rabo com um sorriso nos lábios. Muito poder este grupo, muito poder.

Seguiu-se a banda que mais gostei de ver no festival - King Gizzard and the Lizzard Wizard.
À medida que os fui ouvindo em casa, fui ganhando certezas de que não os queria perder. Pois é, estes meninos revelaram-se simplesmente fantásticos. Ao vivo são 50x melhores que em estúdio e decidiram entrar a rasgar, com uma malha de guitarradas e um som super potente, forte, consistente e com muita qualidade, acompanhado por uma excelente postura em palco.
Espero ansiosamente poder vê-los em breve e durante muito mais tempo.

Para terminar a noite veio a diva. Embora não tenha apreciado muito o último álbum, devido ao excessivo teor electrónico, em palco resultou lindamente. St. Vincent deu um concerto fabuloso, entre dicas meio poéticas, meio loucas, entre andar a desfilar e fazer-se deslizar por pequenos degraus que estavam em cima do palco, cantou e encantou como só ela sabe fazer. Dona de uma voz extremamente poderosa, Annie deu um concerto genial onde apresentou quase o último disco todo.

O dia 29 começou novamente com rock feito em Portugal. Os Savanna são novos no campo musical e deliciaram quem se deslocou ao São Jorge. Puro rock feito com muita energia e garra, letras poéticas e som limpo.

Entretanto desci a rua para apreciar o Sr Curtis Harding num pano de fundo dos melhores do festival.
Este Sr trouxe ritmos de soul e de  blues com uma guitarrada rock à mistura, deu para mexer os pés e para variar nas sonoridades. Tem uma boa postura.

O Coliseu abriu a noite com Sharon Van Etten, este concerto confirmou a minha ideia de que seria preferível um concerto intimista numa sala mais pequena com cadeiras. A simplicidade da sua música encanta e embala.. A simpatia também conquistou o público. Apresentou o álbum que saiu este ano e ainda tocou umas coisas novas.

Chega a hora da desilusão.. Os Sensible Soccers são uma banda que andava à rasca para ver e após um par de músicas o som vai a vida.. :(  e fico-me por aqui.

Seguem-se os grandes Palma Violets, que têm uma entrada em palco muito parecida a King Gizzard, rock apunkalhado puro, entram a rasgar e assim se mantiveram.. Já precisava duma malha daquelas naquela altura da noite. Ganharam o 2º lugar do festival :)

Para terminar em grande vieram os Wild Beasts. donos de uma voz única que encaixa na perfeição com o estilo de música. Este concerto foi muito emotivo e cheio de sensações boas. Eles sabem o que fazem e garanto que foi muito melhor que no RIR este ano.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Inkilina Sazabra

Hoje falo de uma banda que conheci há umas semanas.
Uma banda portuguesa formada em 2010 e constituída por 4 elementos.
Foi ao acaso que a conheci, veio bater-me à porta e deixei-a entrar.

Tocam rock industrial e há uma notória influência de Mão Morta. Estes meninos têm já 3 álbuns e o último foi lançado este ano - Maldita(Mente).
Possuem a melodia típica do rock industrial, com uma excelente bateria. A voz é rouca e tem o encaixe perfeito. As letras são negras, depressivas e agressivas, uma poética só para quem gosta e percebe. Na minha modesta opinião, o 2º álbum (Almas Envenenadas) é o mais atraente.

Espero vê-los em breve e fazer headbanging :).

O Almas Envenenadas:



A minha música preferida do Maldita(Mente):



terça-feira, 25 de novembro de 2014

Music go Music

Hoje falo de uma banda que me encantou que se entranhou no meu ouvido e me delicia.
Algo completamente diferente, meio pop rock, meio disco, meio ABBA às vezes.
Os Music go Music são 3, vêm de Los Angeles e apareceram em 2008. Têm 2 álbuns e 3 EP's. São animados, românticos, vestem-se à anos 70 e a música deles tem garra. Nasce uma certa vontade de dançar de sorriso nos lábios :).






Esta música tem uns pequenos toques de La Roux:



domingo, 23 de novembro de 2014

Mão Morta - São Jorge, 22 de Novembro

Ontem foi dia de Mão Morta.
Com uma imagem dos principais ditadores que se foi transformando nos 6 elementos do grupo, entaram eles em palco. Entre a palavra Sócrates (que foi repetida várias vezes ao longo da noite), o concerto começou com uma das minhas músicas preferidas do novo álbum - Irmão da Solidão. Seguiram-se várias malhas antigas como Oub´la, Berlim (Morreu a Nove), Budapeste (Sempre a Rock'n'Rollar), Anarquista Duval..
O Sr Luxúria encontrava-se com uma energia fora do normal, o que transmitiu boas energias para o público. Uma coisa era certa: queria ver-nos a todos levantados (e com razão).
Foram perto de 2 horas de concerto com espaço para 2 encores (que saboreei com muito prazer).
Das 17 músicas tocadas, 5 eram do novo álbum e foram muito bem escolhidas.
O concerto foi aumentando a intensidade e  a qualidade à medida que os minutos passavam, revelando que os Mão Morta estão cada vez melhores e cheios de coisas boas para dar.
Aquela voz arrepia.
Não poderia ter sido melhor.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Cloud Nothings

Os Cloud Nothings são uma banda composta por 3 rapazolas americanos.Misturam um estilo indie e punk rock com um certo surf rock.
Têm uma boa sonoridade e muita energia. As letras ficam no ouvido e convidam a serem cantaroladas.
Contam já 4 álbuns, sendo o último deste ano - Here and Nowhere Else. 
Infelizmente só os posso ver uns meros 15 min, mas certamente farão uma boa companhia.
Tocam dia 29 no Ateneu.

O single do último álbum:



e uma das minhas preferidas:


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Gang of Four

Hoje falo duns meninos já antigos.
Isto porque conheci uma música que tem a participação da Alison dos Kills.
Os Gang of Four são uma banda inglesa de pós-punk, criada em 1977. Têm 11 discos e preparam-se para o próximo, onde entra a Alison.
O seu auge concentrou-se de 77 a 84, período também mais receptivo a este tipo de música. No entanto nunca pararam. Lançam em Fevereiro o novo álbum, de nome What Happens Next.


https://www.youtube.com/watch?v=KZ4dW6KKrao

e


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Curtis Harding

Hoje falo de um senhor da Soul, Curtis Harding.
Curtis Harding vem de Atlanta e creio que é novo na música a solo, pois pouca informação há sobre ele.
Tem um álbum - Soul Power, que está bastante apetecível para quem gosta de soul e blues mixados com um toque electrónico.
Toca dia 29 na Estação do Rossio.




terça-feira, 18 de novembro de 2014

I Break Horses - Jay Jay Johanson

Hoje iria falar de I Break Horses, que também vinham ao Mexefest.
O concerto foi cancelado devido a uma greve da TAP no dia 30.
Em substituição, vem Jay Jay Johanson, um músico sueco que conta já 18 anos de carreira.
Com um estilo electrotrash, meio melancólico, meio electrónico tem já 9 álbuns de estúdio.

É uma substituição que até não foge muito ao original, mas confesso que preferia ver a menina em palco.
Toca dia 29 na Casa do Alentejo.




segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Deers

Deers, as meninas rebeldes.
Vindas de Espanha (Madrid), trazem-nos um indie meio rock, meio pop cheio de energia e boas vibrações.
Não existem há muito tempo e têm apenas um álbum.
Espero conseguir vê-las.
Tocam dia 28 na Sala Super Bock Super Rock.





quinta-feira, 13 de novembro de 2014

St. Vincent

Voltando ao Mexefest, uma das primeiras confirmações que saíram e que me fizeram logo querer ir ao festival.
Annie Clark, uma menina activista americana, com uma voz que mescla o suave com o estridente, com um estilo alternativo a roçar o indie art rock.
Tem 5 álbuns, sendo que o último foi lançado este ano. Álbum homónimo, que mostra uma evolução musical, notam-se misturas electrónicas que nunca antes tinham sido reveladas (como parece que é moda agora nos artistas: começarem a ir por caminhos mais electrónicos). Não é que desgoste, nem sequer o álbum é mau; nota-se maturidade e uma excelente construção musical, eu é que não me identifico muito com estas mudanças.
O meu álbum preferido dela é, sem dúvida, o Strange Mercy de 2011, álbum mais calmo, introspectivo, com uma qualidade sonora indescritível.
Toca dia 28 no Coliseu.

O Strange Mercy:

https://www.youtube.com/watch?v=T7gSpVF3xc0&list=PL9CE01D690532AD05


O St. Vincent:


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

MulherHomem

Ontem descobri que um amigo meu tinha uma banda. Uma banda portuguesa ao meu estilo.

Os MulherHomem são uma banda de 3 elementos que existe há +/- 4 anos. Têm um álbum -Novecentos - e vão a caminho do segundo. Têm uma poética única, que comparo talvez a Mão Morta e a Linda Martini. O rock que tocam é puro e cru. A melodia pesada e apetecível e a mescla desta com a voz origina uma imensa vontade de fazer headbanding.

Oiçam e deliciem-se:

http://mulherhomem.bandcamp.com/album/novecentos

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Sharon Van Etten

Vou dedicar um espaço para falar de quem ainda não falei do cartaz do Mexefest de relevante para mim.
Hoje falo de Sharon Van Etten, uma menina de 30 e poucos anos vinda de Nova York. Começou a sua carreira em 2009 e conta já com 4 álbuns, sendo que o último foi lançado este ano - Are We There. Foi com este álbum que a conheci e me apaixonei.. Sharon toca um estilo meio indie, meio folk rock. A musica dela é extremamente sentimental. É calma, com uma melodia que aquece os ouvidos, diria também que é deliciosamente envolvente, a voz tímida ajuda.
Vai tocar no Coliseu, talvez pela quantidade de público que vai arrastar, mas enquadrava-a mais num concerto intimista no São Jorge.


Álbum perfeito para as tardes de inverno que se aproximam: