Ontem foi dia de Mão Morta.
Com uma imagem dos principais ditadores que se foi transformando nos 6 elementos do grupo, entaram eles em palco. Entre a palavra Sócrates (que foi repetida várias vezes ao longo da noite), o concerto começou com uma das minhas músicas preferidas do novo álbum -
Irmão da Solidão. Seguiram-se várias malhas antigas como
Oub´la,
Berlim (Morreu a Nove),
Budapeste (Sempre a Rock'n'Rollar),
Anarquista Duval..
O Sr Luxúria encontrava-se com uma energia fora do normal, o que transmitiu boas energias para o público. Uma coisa era certa: queria ver-nos a todos levantados (e com razão).
Foram perto de 2 horas de concerto com espaço para 2 encores (que saboreei com muito prazer).
Das 17 músicas tocadas, 5 eram do novo álbum e foram muito bem escolhidas.
O concerto foi aumentando a intensidade e a qualidade à medida que os minutos passavam, revelando que os Mão Morta estão cada vez melhores e cheios de coisas boas para dar.
Aquela voz arrepia.
Não poderia ter sido melhor.